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Biomarcadores E Os Avanços No Diagnóstico Do Alzheimer E Outras Demências

Biomarcadores e os avanços no diagnóstico do Alzheimer e outras demências

O avanço da qualidade de vida e consequentemente no número de idosos no país está provocando um fenômeno ao qual devemos ficar atentos.

Segundo dados do IBGE, existem hoje no Brasil 29,8 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e cerca de 4,7 milhões de pessoas acima de 80 anos, significando, respectivamente, um acréscimo de 9,2 milhões e 1,7 milhão de indivíduos na faixa etária de 80 anos ou mais em relação aos números de 2010.

Esta sobrevida estendida implica aumento na incidência de doenças crônicas, incapacitantes e involutivas que podem comprometer a autonomia das pessoas, assim como as síndromes demenciais, cuja prevalência cresce com a idade.

Diagnóstico precoce

Um desafio diagnóstico atual e relevante do ponto de vista clínico é o reconhecimento precoce das demências degenerativas, sobretudo do Mal de Alzheimer. Esta é uma questão importante por alguns aspectos:

  1. O diagnóstico diferencial com outras doenças potencialmente reversíveis (como depressão maior, permitindo um correto tratamento);
  2. A possibilidade de uma intervenção terapêutica precoce específica para demência (o que pode resultar em melhoria na qualidade de vida do paciente);
  3. A seleção de possíveis candidatos para receberem as novas drogas modificadoras de doença que estão em testes mundo afora, mas que só devem ser iniciados, idealmente, na fase pré-clínica da demência ou na fase mais inicial da doença a fim de deter sua evolução.

Biomarcadores

Todos estes pontos tornam a busca por biomarcadores confiáveis, reprodutíveis e custo-efetivos uma questão de prioridade.

O que temos disponível hoje, com boa sensibilidade e especificidade para o diagnóstico precoce do Mal de Alzheimer, é um conjunto de biomarcadores dosados no líquor, que aliados ao exame neurológico e de imagem ajudam de forma essencial no diagnóstico correto da doença e de outras doenças degenerativas.

Os biomarcadores mais utilizados mundialmente hoje , que estão disponíveis no Neurolife, são a dosagem da proteína beta-amiloide e a relação beta-42/beta-40, a dosagem da proteína Tau total e Tau fosforilada, a dosagem do neurofilamento, a dosagem da proteína 14-3-3 e do teste RT-QuIC, estes últimos dois utilizados para o diagnóstico de uma doença priônica que cursa com uma demência de rápida evolução, a doença de Creutzfeldt-Jakobs.

Como identificar

Habitualmente, o que encontramos em pacientes com Mal de Alzheimer é uma redução na proteína beta-amiloide e da relação beta-42/beta-40, com elevação da Tau-fosforilada e do neurofilamento.

Assim, frente a um caso clínico suspeito com exame neurológico e de neuroimagem compatíveis e com este perfil liquórico, a chance de um correto diagnóstico é bastante elevada.

Os exames de biomarcadores são realizados por meio de uma pequena amostra de líquor coletado com a punção lombar, um procedimento médico considerado bastante seguro e minimamente invasivo. Uma pequena amostra de sangue também é coletada para testes em paralelo que auxiliam na formulação do resultado final do exame.

Fale com o Neurolife

O Neurolife, no Rio de Janeiro, é um laboratório especializado na coleta de análise do líquor (Líquido Cefalorraquiano) para o apoio no diagnóstico de doenças como a Esclerose Múltipla e outras doenças degenerativas.

Entre em contato conosco para saber mais!

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