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O Tempo Mudou: Hora De Redobrar A Atenção Com Doenças Respiratórias

O tempo mudou: hora de redobrar a atenção com doenças respiratórias

 A chegada do outono e do inverno, entre os meses de abril e setembro, são um tormento para quem convive com idosos e crianças. Neste período aumenta de forma considerável a incidência de doenças respiratórias, desde simples resfriados até infecções mais graves.

Isso acontece por alguns fatores. O principal é o climático. O outono e inverno em grande parte dos estados brasileiros é frio e seco, o que favorece o aumento da poluição do ar e de partículas que provocam reações alérgicas.

Outro fator é que, com o frio, a tendência é que as pessoas passem mais tempo aglomeradas em ambientes sem ventilação. É por isso que escolas, por exemplo, são grandes centros disseminadores de vírus respiratórios nesse período.

No contexto da pandemia

A situação mudou um pouco com a pandemia da COVID-19. Isso porquê, em menor ou maior grau, medidas de restrição da circulação de pessoas estão sendo tomadas. As escolas, por exemplo, mesmo com permissão para abertura, só permitem uma baixa porcentagem de ocupação nas salas de aula.

De qualquer forma, as aglomerações em ambientes fechados continuam acontecendo. Um bom exemplo é o do transporte coletivo. E mesmo adultos saudáveis, que em tese são mais resistentes aos agentes causadores das principais doenças respiratórias, podem levar os agentes para sua casa e contaminar crianças e idosos.

Outro “benefício” trazido pela pandemia foi a preocupação maior com formas de prevenção. O uso de máscara e a higiene frequente das mãos, incentivados como medidas contra a COVID-19, também ajudam a evitar outros males respiratórios.

Como já explicamos no nosso artigo anterior, uma grande característica dos vírus respiratórios é sua resistência. O contágio é pelo ar ou pelo contato com superfícies duras, onde eles podem ficar por até três dias ou mais.

Como saber que doença eu peguei?

Como os sintomas são bastante parecidos (febre, tosse, coriza, dor de garganta, mal estar) e se repetem na maioria das doenças respiratórias, é bastante difícil, mesmo para um médico experiente, fazer o diagnóstico clínico com exatidão para pacientes contaminados.

A pandemia trouxe como protocolo a realização do teste rápido RT-PCR para confirmação ou não da contaminação pelo SARS-CoV-2.

O exame é bastante eficaz, mas e quando o resultado é negativo mas o paciente continua com sintomas? Como detectar o agente causador e direcionar para um tratamento adequado?

Painel respiratório

O diagnóstico preciso sempre foi dificultado pela falta de exames laboratoriais sensíveis e específicos. Mas essa realidade mudou. Um dos exames disponíveis é o PCR Painel Respiratório, que realizamos no Neurolife. A coleta é feita pelo swab nasofaríngeo, mesmo método do RT-PCR para a COVID-19. Os resultados saem em até 24 horas.

O diagnóstico precoce é o principal fator na assertividade e eficácia do tratamento, reduzindo a morbidade e mortalidade refletindo diretamente em menores custos médicos e hospitalares.

O Painel Respiratório identifica 24 agentes causadores de doenças respiratórias:

  • Adenovírus
  • Bocavírus
  • Coronavírus SARS-CoV-2
  • Coronavírus SARS
  • Coronavírus 229E
  • Coronavírus HKU-1
  • Coronavírus OC43
  • Coronavírus NL63
  • Enterovírus
  • Metapneumovírus
  • Rinovírus
  • Vírus Influenza A
  • Vírus Influenza A – subtipo H3
  • Vírus Influenza A – subtipo H1N1
  • Vírus Influenza B
  • Vírus Parainfluenza 1
  • Vírus Parainfluenza 2
  • Vírus Parainfluenza 3
  • Vírus Parainfluenza 4
  • Vírus Sincicial Respiratório – subtipo A
  • Vírus Sincicial Respiratório – subtipo B
  • Bordetella pertussis
  • Bordetella parapertussis
  • Mycoplasma pneumoniae

Fale com o Neurolife

O PCR Painel Respiratório está disponível no Neurolife. Entre em contato com nossa equipe ou acesse nossa biblioteca de conteúdo para mais informações.

 

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