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COVID-19: Teste Deu Negativo, Mas Sintomas Continuam. O Que Fazer?

COVID-19: teste deu negativo, mas sintomas continuam. O que fazer?

A segunda onda da COVID-19 no Brasil, impulsionada pelas novas variantes do SARS-CoV-2, trouxe um aumento de novos casos, maior número de óbitos e grande procura por atendimento nas unidades de saúde.

Isso elevou também a uma maior procura por testes diagnósticos rápidos. Cada vez mais pessoas que apresentam sintomas, mesmo que mínimos, buscam serviços médicos  para confirmar se estão ou não contaminados.

E, dentro deste universo, há uma considerável parcela de indivíduos com testagem negativa para o SARS-CoV-2 – um estudo do Ministério da Saúde estima esse índice em cerca de 20%.

Isso pode acontecer por dois motivos: o paciente de fato não está contaminado pelo SARS-CoV-2 ou fez o teste muito cedo. A recomendação para o RT-PCR, teste preconizado para a COVID-19, é que a coleta seja realizada com pelo menos três dias após o início dos sintomas. Isso, é claro, se eles não forem graves e não houver necessidade de internação.

Mas e quando o teste der negativo, mesmo respeitado o período de três dias, e os sintomas continuarem? É preciso repetir o teste? Há uma forma mais precisa de fazer o diagnóstico?

Sintomas parecidos

Os sintomas iniciais da COVID-19, de modo geral, se assemelham com os de outras síndromes infecciosas respiratórias, como as síndromes gripais e resfriados.

Em alguns casos, sintomas característicos da COVID-19 podem se manifestar também em outras doenças, como a perda do olfato, por exemplo em indivíduos acometidos com rinosinusites.

Investigação molecular

Se o RT-PCR para COVID-19 for negativo, mas os sintomas persistirem, existe a possibilidade de uma investigação mais ampla.

O Neurolife, no Rio de Janeiro, já conta com uma solução que identifica 24 agentes infecciosos causadores de doenças respiratórias: o PCR Painel Respiratório, que inclui a pesquisa do SARS-CoV-2 (COVID-19). Os resultados são liberados em até 24 horas.

Ou seja: as estratégias de prevenção e tratamento podem ser elaboradas de acordo com o agente etiológico identificado, evitando medidas mais restritivas e uso de medicamentos desnecessários em situações mais simples. O diagnóstico etiológico preciso orienta as medidas de precaução de contato e é essencial para a gestão de leitos hospitalares, além de otimizar a utilização de recursos como medicamentos, EPIs e profissionais.

Os 24 agentes identificados pelo PCR Painel Respiratório são: Adenovírus, Bocavírus, Coronavírus SARS-CoV-2, Coronavírus SARS, Coronavírus 229E, Coronavírus HKU-1, Coronavírus OC43, Coronavírus NL63, Enterovírus, Metapneumovírus, Rinovírus, Vírus Influenza A, Vírus Influenza A – subtipo H3, Vírus Influenza A – subtipo H1N1, Vírus Influenza B, Vírus Parainfluenza 1, Vírus Parainfluenza 2, Vírus Parainfluenza 3, Vírus Parainfluenza 4, Vírus Sincicial Respiratório – subtipo A, Vírus Sincicial Respiratório – subtipo B, Bordetella pertussis, Bordetella parapertussis e Mycoplasma pneumoniae.

As coletas são realizadas através de swab nasofaríngeo e orofaríngeo. O exame do Neurolife é oferecido em parceria com a Biometrix e o HLAGYN.

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