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A Tecnologia Por Trás Do Diagnóstico Da Esclerose Múltipla

A tecnologia por trás do diagnóstico da Esclerose Múltipla

Tecnologia é a palavra-chave quando o assunto é diagnóstico da Esclerose Múltipla. Os kits de diagnóstico usados pelo Neurolife, em parceria com a Binding Site, carregam em si muitos anos de pesquisa e conhecimento, além de uma colaboração especial: a das ovelhas.

Mas fiquem calmos: tudo funciona de modo muito organizado e com um processo consolidado, que conta com equipes em atuação todos os dias da semana, durante mais 10 horas por dia, para garantir o bem-estar dos animais e a qualidade dos testes. Uma ação está diretamente ligada à outra.

Os ensaios de anticorpos para a produção dos kits utilizam diferentes métodos para a detecção de gamopatias monoclonais e a determinação do estado imune. Os testes laboratoriais são realizados para ajudar no diagnóstico e monitoramento das doenças, bem como para fornecer informações prognósticas em várias condições diferentes.

Tudo com o objetivo de facilitar a vida dos médicos nesse processo desafiador de diagnosticar as doenças e direcionar o tratamento de seus pacientes, para que eles possam ter uma condição de vida mais amena e mais próxima do normal.

E as ovelhas?

Os kits usados pelo Neurolife utilizam antissoros policlonais altamente específicos de ovelhas, que reconhecem a mais ampla variedade de epítopos, permitindo a medição precisa das amostras.

Os epítopos, também chamados de determinantes antigênicos, são a menor porção de antígeno com potencial para gerar resposta imune. É nesta área que os anticorpos (linfócitos B) se ligam à molécula do antígeno. Os antígenos geralmente contêm muitos epítopos que podem ser diferentes entre si ou podem ser estruturas moleculares repetidas.

As cadeias leves livres encontradas nas gamopatias monoclonais são altamente polimórficas, apresentando uma ampla variedade de epítopos kappa e lambda.

É um pouco técnico, mas é assim, com muito conhecimento e avançados recursos tecnológicos que tudo é cuidadosamente preparado. A alta sensibilidade analítica é obtida em muitos dos ensaios, graças à utilização de antissoros policlonais conjugados com partículas de látex.

Como é o diagnóstico

O diagnóstico da Esclerose Múltipla é basicamente clínico com apoio laboratorial, embora em alguns casos os exames sejam insuficientes para definir de imediato se a pessoa tem ou não a doença. Isso acontece pois os sintomas se assemelham a outros tipos de doenças neurológicas. Nesses casos a confirmação diagnóstica pode levar mais tempo.

Outras doenças inflamatórias e infecciosas podem manifestar sinais e sintomas semelhantes aos da EM e, portanto, é fundamental a exclusão de outras etiologias através da integração do conhecimento médico e histórico de vida do paciente, com a realização de exames físicos, neurológicos e laboratoriais.

Evidências clínicas e laboratoriais de disseminação de lesões no Sistema Nervoso Central (SNC), no tempo e no espaço, são fatores primordiais para a confirmação do diagnóstico.

Os exames utilizados são:

  • Ressonância Magnética de crânio e medula espinhal em níveis cervical, torácico e lombar;
  • Estudo do Líquor, líquido biológico que banha as estruturas do cérebro e da medula espinhal, que pode ser coletado através de uma punção lombar;
  • Potencial evocado, estudo neurofisiológico que mede a condução nervosa no seu trajeto visual, auditivo, motor e sensorial.

Fale com o Neurolife

O Neurolife, que tem uma unidade no Rio de Janeiro e em breve expandirá suas ações para Belo Horizonte (MG), é um laboratório especializado na coleta e análise do Líquor (Líquido Cefalorraquiano). Fale conosco para conhecer nossas soluções.

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